Agora que todos os países entraram na Global Game Jam, o tema pode ser revelado. Não uma palavra, como foram nos anos anteriores, mas uma imagem:

 

 

A serpente que morde o próprio rabo, Ouroboros. Sua origem remonta a mais de 3000 anos atrás, no Egito, como símbolo do infinito, da transmutação da matéria e de vida, morte e renascimento. Foi usado por diversas culturas ao longo dos anos, incluindo druidas e hindus.

Na Grécia, a ilustração que acompanhava o texto Chrysopoeia trazia a inscrição “O Todo é Um” (em inglês, “The All is One”), reafirmando o sentido de unidade que o símbolo carrega. As representações de Ouroboros sempre a mostram com duas cores ou dois lados diferentes unidos, a dualidade de cada ser.

 

 

Foi no significado grego que trabalhamos para desenvolver o nome e o conceito do jogo. O planeta Chrysopoeia está, no início da aventura, dominado pela escuridão, e o herói precisa restaurar a vida no local, utilizando os elementos da natureza (como na alquimia).

Para cada elemento encontrado, surge uma versão contrária do personagem, um doppelganger, que precisa ser capturado quando todos os Elementos estiverem reunidos. Antes disso, precisam ser evitados.

As principais representações de Ouroboros utilizadas em All Is One são da dualidade da alma e a de renovação, no ciclo de vida, morte e renascimento.